No próximo domingo, mais de 13 milhões de cidadãos equatorianos irão às urnas para eleger um novo presidente em meio a uma grave crise de segurança, caracterizada por um aumento alarmante de crimes violentos, extorsões e sequestros relacionados ao narcotráfico. As estatísticas de 2024 revelam uma taxa preocupante de 36,78 homicídios por 100.000 habitantes, além da apreensão de 294 toneladas de drogas. A crise econômica do país se agrava com uma dívida externa significativa, prevendo-se que US$ 9 bilhões sejam destinados apenas ao pagamento dos juros. Candidatos se destacam, entre eles, Luisa González e Daniel Noboa.